Entre Viagens e Desejos – Capítulo 3

Capítulo 3: Nossa Primeira Grande Viagem – Ilhas Maldivas

Desde o momento em que o avião começou a descer, com aquela vista absurda das águas cristalinas e ilhas paradisíacas, eu soube que essa viagem seria uma das mais especiais da minha vida. Olhei para o lado e vi Anna encostada na janela, os olhos brilhando de empolgação. Ela se virou para mim, segurou minha mão e apertou de leve.

— Isso parece um sonho — ela sussurrou.

Sorri, porque eu sentia exatamente o mesmo.

Assim que desembarcamos, fomos recebidos com colares de flores e um drinque refrescante. Pegamos um barco particular até nosso bangalô sobre a água. O sol dourava o mar ao redor, e a brisa morna trazia aquela sensação de liberdade. Quando chegamos ao nosso bangalô, não pude evitar um sorriso satisfeito. O lugar era ainda mais impressionante do que nas fotos: uma varanda particular com acesso direto ao mar, uma piscina infinita e uma cama que parecia ter sido feita para preguiçar sem pressa.

Anna correu até a varanda, abriu os braços e respirou fundo.

— Eu poderia viver aqui para sempre!

— Quem sabe um dia? — brinquei, abraçando-a por trás.

Os dias seguintes foram um verdadeiro sonho. Passávamos as manhãs explorando a ilha, caminhando descalços pela areia branca e deixando o mar tocar nossos pés. Fizemos um passeio de barco até um recife de corais, onde mergulhamos lado a lado, cercados por peixes coloridos e raias majestosas deslizando sob nós. A sensação de estarmos ali, naquele universo subaquático, de mãos dadas, foi indescritível.

À tarde, nos jogávamos na piscina do bangalô, deixávamos o sol aquecer nossa pele e brindávamos com drinques tropicais. Anna adorava deitar na espreguiçadeira, os olhos fechados, o corpo relaxado, como se estivesse absorvendo cada segundo daquela experiência.

— Aposto que você não vai querer voltar para casa — provoquei, enquanto me sentava ao lado dela.

Ela abriu um olho e sorriu.

— E se eu disser que já estou pensando em nossa próxima viagem?

À noite, o clima se tornava ainda mais mágico. O resort preparou um jantar romântico na areia, com tochas iluminando o caminho e uma mesa reservada só para nós. A lua refletia no mar, e a única trilha sonora era o som suave das ondas quebrando na praia.

Anna estava deslumbrante. O vestido leve realçava sua pele dourada pelo sol, e seus olhos brilhavam à luz das velas. Segurei sua mão sobre a mesa e encarei aqueles olhos que já me tinham completamente.

— Isso tudo parece surreal — ela disse, baixinho.

— Só se for de tão perfeito — respondi, deslizando o polegar sobre sua pele macia.

O jantar foi regado a boas conversas, vinho e muitos sorrisos. Mas o ápice da noite veio depois, quando caminhamos pela praia, sem pressa, sentindo a areia fria sob os pés.

— Você tem ideia do quanto eu queria que esse momento durasse para sempre? — perguntei, parando para encará-la.

Ela sorriu e se aproximou, colando seu corpo ao meu.

— Então faz durar.

E eu fiz. Ali, sob um céu estrelado, na praia mais linda que já pisamos, beijei Anna como se o tempo realmente tivesse parado para nós.

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