Entre Viagens e Desejos – Capítulo 1

O que começou como uma viagem para um encontro esperado logo se tornou uma série de momentos inesquecíveis. Entre estradas percorridas, praias desertas, parques de diversões e noites intensas, cada reencontro entre mim e Anna faz a conexão entre nós crescer ainda mais. A cada nova aventura, descobrimos que o desejo só aumenta e que estamos dispostos a viver tudo sem limites. Entre risadas, adrenalina e olhares que dizem mais do que palavras, esta não é apenas uma história de encontros casuais, mas de uma paixão que, a cada capítulo, se torna impossível de ignorar.

Capítulo 1: O Primeiro Encontro na Cidade de Anna

Finalmente, cheguei na cidade da Anna. Depois de tanto esperar por esse momento, meu coração batia forte enquanto eu a procurava no ponto de encontro. O tempo parecia desacelerar à medida que meus olhos varriam o lugar, até que, de repente, lá estava ela. Quando nossos olhares se cruzaram, senti aquela certeza de que aquele dia ficaria para sempre marcado na minha memória. Ela sorriu, e naquele instante, todo o cansaço da viagem desapareceu.

Nos aproximamos, e antes mesmo de trocarmos qualquer palavra, a forma como ela me olhava já dizia tudo. O abraço foi apertado, demorado, como se nenhum dos dois quisesse soltar o outro.

— Finalmente — ela disse, com um sorriso tímido, ainda segurando minha mão.

A partir daquele momento, tudo fluiu naturalmente. Começamos o dia no shopping, caminhando de mãos dadas, rindo de besteiras e aproveitando cada segundo juntos. A sintonia era absurda. Escolhemos assistir a um filme de terror — um gênero que ambos adorávamos. Durante a sessão, senti quando ela se aproximou aos poucos, até encostar a cabeça no meu ombro. O calor do corpo dela tão perto do meu, o cheiro suave do seu perfume… Fechei os olhos por um segundo, desejando que aquele momento durasse para sempre.

Depois do cinema, a fome bateu, e decidimos ir até a praça de alimentação. Pedimos uma batata do Texas bem caprichada, e a cada mordida, trocávamos olhares cheios de cumplicidade. Entre risadas e conversas sem pressa, eu sabia que estava exatamente onde queria estar. Para fechar com chave de ouro, pegamos um sorvete — ela escolheu morango, eu fui de chocolate. No meio do caminho, roubei uma colherada do dela, e ela revidou pegando um pouco do meu.

— O meu é bem melhor — ela provocou.

— Nem se compara com o meu — brinquei, fingindo indignação.

O tempo passou voando, mas o dia ainda não tinha acabado. Decidimos ir a um parque de diversões para aproveitar a noite. Assim que chegamos, o cheiro de pipoca e algodão-doce no ar trouxe uma sensação nostálgica. De mãos dadas, exploramos cada canto do parque.

Montanha-russa, roda-gigante, brinquedos giratórios… fizemos de tudo. Anna gritava e ria ao mesmo tempo, segurando minha mão nos momentos mais intensos. Quando finalmente paramos para respirar, fomos até a roda-gigante. Subimos na cabine e, aos poucos, fomos elevados até o topo.

Lá de cima, a cidade se estendia abaixo de nós, iluminada por milhares de luzes piscando como estrelas. Ficamos em silêncio por alguns segundos, apenas nos olhando. O clima entre nós era diferente, carregado de algo mais intenso. O vento frio da noite soprava de leve, mas o calor do momento nos envolvia.

Saindo do parque, voltamos para o carro. O silêncio que se instalou entre nós não era desconfortável, pelo contrário. Havia uma energia no ar, uma tensão deliciosa que não precisava de palavras para ser compreendida.

Meu olhar encontrou o dela por alguns segundos, e foi o suficiente para tomarmos uma decisão sem nem precisar falar. O sorriso dela era um convite, e eu não recuaria. Liguei o carro e segui por um caminho que ambos sabíamos onde daria.

A expectativa no ar fazia tudo ficar ainda mais excitante.

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